
Capitão Alden defende fortalecimento das Guardas Civis Municipais para reforçar a segurança pública municipal.
Ele que é co autor da PEC 57, que altera os arts. 40 e 144 da Constituição Federal para dispor sobre as Polícias Municipais tem defendido publicamente que os prefeitos assumam a sua responsabilidade na questão da segurança pública nos municípios brasileiros. Segundo Alden, que é policial militar e tem forte atuação na pauta da segurança pública, as guardas municipais podem atuar de forma integrada com as demais forças policiais, ajudando a reduzir a criminalidade e garantindo mais proteção para a população.
“A segurança pública é um dever do Estado (União , Estados municípios ) e deve ser uma preocupação de todos! Inclusive, a partir da decisão do Supremo Tribunal Federal, as guardas municipais de todo o Brasil passam a ter a possibilidade de atuar em ações de policiamento ostensivo, comunitário e também fazendo prisões em flagrante, afirmou Alden.

O Capitão também destaca que, em diversas cidades onde a GCM é estruturada e bem equipada, os índices de violência reduziram significativamente. Ele defende que os municípios que ainda não possuem essa força de segurança adotem políticas para sua criação, com investimentos em treinamento, tecnologia e valorização profissional.
Além disso, Alden reforça a necessidade dos prefeitos que possuem guardas civis, de cumprirem a lei 13.022 (Estatuto Geral das Guardas Municipais) e a Lei 13.675 ( Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS) e institui o Sistema Único de Segurança Pública), para garantir que as guardas possam exercer suas funções com maior segurança e eficiência. “A criminalidade não espera. Precisamos dar condições para que nossos agentes de segurança atuem de forma eficaz no combate ao crime”, concluiu.

O debate sobre o papel das Guardas Civis Municipais tem ganhado força em diversas cidades brasileiras, e a proposta defendida por Capitão Alden se alinha ao esforço de descentralizar a segurança pública, tornando-a mais próxima da realidade de cada município.
Capitão Alden defende fortalecimento das Guardas Civis Municipais para reforçar a segurança pública municipal.
Ele que é co autor da PEC 57, que altera os arts. 40 e 144 da Constituição Federal para dispor sobre as Polícias Municipais tem defendido publicamente que os prefeitos assumam a sua responsabilidade na questão da segurança pública nos municípios brasileiros. Segundo Alden, que é policial militar e tem forte atuação na pauta da segurança pública, as guardas municipais podem atuar de forma integrada com as demais forças policiais, ajudando a reduzir a criminalidade e garantindo mais proteção para a população.

“A segurança pública é um dever do Estado (União , Estados municípios ) e deve ser uma preocupação de todos! Inclusive, a partir da decisão do Supremo Tribunal Federal, as guardas municipais de todo o Brasil passam a ter a possibilidade de atuar em ações de policiamento ostensivo, comunitário e também fazendo prisões em flagrante, afirmou Alden.
O Capitão também destaca que, em diversas cidades onde a GCM é estruturada e bem equipada, os índices de violência reduziram significativamente. Ele defende que os municípios que ainda não possuem essa força de segurança adotem políticas para sua criação, com investimentos em treinamento, tecnologia e valorização profissional.

Além disso, Alden reforça a necessidade dos prefeitos que possuem guardas civis, de cumprirem a lei 13.022 (Estatuto Geral das Guardas Municipais) e a Lei 13.675 ( Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS) e institui o Sistema Único de Segurança Pública), para garantir que as guardas possam exercer suas funções com maior segurança e eficiência. “A criminalidade não espera. Precisamos dar condições para que nossos agentes de segurança atuem de forma eficaz no combate ao crime”, concluiu.
O debate sobre o papel das Guardas Civis Municipais tem ganhado força em diversas cidades brasileiras, e a proposta defendida por Capitão Alden se alinha ao esforço de descentralizar a segurança pública, tornando-a mais próxima da realidade de cada município.