
O ex-ministro João Roma confirmou sua pré-candidatura ao governo do estado, consolidando-se como uma alternativa viável diante das crises que atingem tanto a base do PT quanto do União Brasil. Roma, que já disputou o cargo na última eleição, vê seu nome ganhar força no cenário político estadual, impulsionado pela crescente insatisfação popular com a segurança pública e pela desestruturação da oposição liderada por ACM Neto.

A gestão petista no estado enfrenta índices alarmantes de criminalidade, com o aumento da violência se tornando um dos principais motivos de desaprovação do governo. As críticas à segurança pública se intensificaram nos últimos meses, fragilizando a base do PT e abrindo espaço para adversários que prometem soluções mais eficazes para o problema.
Enquanto isso, ACM Neto lida com um racha interno em seu grupo político. O União Brasil, que foi o principal adversário do PT nas últimas eleições estaduais, agora enfrenta críticas públicas de seus próprios correligionários, o que tem comprometido sua força como alternativa viável ao atual governo. A falta de unidade dentro do partido e os atritos entre suas principais lideranças enfraquecem ainda mais o grupo, permitindo que João Roma surja como um nome competitivo no cenário eleitoral.

Com apoio da base bolsonarista e articulando alianças estratégicas, Roma aposta em um discurso firme contra a criminalidade e na promessa de uma gestão mais eficiente na segurança pública. “A Bahia não aguenta mais viver refém da violência. Nosso estado precisa de uma mudança real, com liderança e compromisso”, declarou o ex-ministro ao confirmar sua candidatura.
A movimentação de João Roma já começa a alterar o tabuleiro político do estado. Com um governo estadual desgastado e uma oposição dividida, sua candidatura pode se tornar um fator decisivo na disputa pelo comando da Bahia.